Sobre Nós

O termo medicina alternativa ou terapia alternativa é comumente usado para descrever práticas médicas diversas da medicina convencional, que é prioritariam

Naturopatia é a cura através de métodos naturais, seja através da alimentação, da hidroterapia (cura com a água), geoerapia (cura com argila) , fitoterapia (cura com plantas) florais etc., e para atuar na profissão não precisa ser médico, apenas terapeuta. Profissão esta, incentivada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) porque chegou-se a conclusão que: quando existiram mais “curandeiros” foi quando as pessoas tiveram mais saúde.

O naturopata cai na ilegalidade quando diz ser médico sem o diploma devido ou quando retira ou receita remédios sem autorização médica. O verdadeiro naturopata não receita remédios. Quando ele não consegue resolver o problema, geralmente em doenças terminais; deve encaminhar para o médico.

A Naturopatia é uma profissão ainda pouco conhecida no Brasil,embora esteja crescendo dia a dia. Atualmente já temos em funcionamento várias clínicas naturistas, em diversos estados, mas é bom não confundir com SPAs.

Bem difundida na Europa, principalmente na Espanha, com as grandes escolas, e na Alemanha, com os naturopatas Louis Kuhne e Sebastião Kneipp, na América do Sul é bastante conhecida na Nicarágua, El Salvador e também no Chile, com o trabalho do naturopata Manuel Lezaeta, autor do livro: Medicina Natural ao Alcance de todos, editora Hemus.

Tem-se conhecimento que na primeira Faculdade de Medicina do Brasil (Salvador – Bahia) existiu uma disciplina sobre hidroterapia, aonde se ensinava fazer banhos de assento, infelizmente, por questões políticas, a matéria foi retirada do currículo e hoje, para alguns médicos, não passa de absurdo.

Atualmente, tem existido uma grande abertura de alguns médicos aqui no Brasil, mas que, não gostam de se expor, devido à pressão que sofrem do Conselho de Medicina, pressão esta, que também fui vítima numa cidade no Sul de Minas, sendo minha maior defesa os beneficiados, que muitas vezes, conseguiram a cura de doenças considerada incuráveis, já desenganados pela medicina alopática.

Tal pressão nunca deveria ter acontecido, já que, as técnicas já eram usadas por Hipócrates, um médico grego, que foi considerado o Pai da Medicina e viveu por volta do ano 480 a.C.

Sabemos que, cada vez mais, é perigoso usar medicamentos, além de caros, danificam nosso organismo. As denúncias, antigas, persistem, não só de falsificações, mas também de laboratórios conceituados que vendem no Brasil remédios proibidos em outros países. Há mais de vinte anos, a revista Veja trouxe denúncias de fatos absurdos envolvendo remédios; foi reportagem de capa. Pouca coisa de concreto foi realizado, os remédios continuam os mesmos, muda-se o nome e embalagem. Isto com remédios capazes de levar o paciente à morte ou causar fortes complicações. Algumas vezes, os laboratórios conseguiam prazos longos para regularizar e tirar do mercado.

Por que prazo? Não deveria ser suspendido automaticamente já que ameaçam vidas? Há também denúncias de bulas que não trazem a especificação de todas as substâncias contidas nos remédios.

O que é saúde e dinheiro para o ser humano? É possível comprar mortes?

José Serra, quando Ministro da Saúde, disse que “a saúde do Brasil é precária e que os poucos recursos que existem são mal utilizados”.

E vai continuar precária até quando o ser humano admitir que sua saúde não pode, nem deve estar simplesmente nas mãos de profissionais, sem que ele participe das possibilidades nas decisões dos procedimentos.O doente deve ser participativo, saber quais as opções existem para a cura e decidir junto ao profissional, que tem o conhecimento.

O doente necessita saber o que o fez adoecer, é preciso compreender que o homem é um ser holístico, integral. Para ter saúde é necessário considerar sua alimentação, seu habitat, suas emoções, como está sua realização profissional, amorosa, e seu relacionamento com a natureza, com as pessoas e com Deus, pois sem fé, o homem não caminha, se arrasta.